(fragmento)
Identidade. Eu a perco não raro! Algumas vezes no sonho alheio que penso ser meu, outras tantas no meu próprio e, egoísta, chamo o outro para o devaneio, mas só abro uma fresta. E quando me assombra o inesperado também . Se ruim, finjo que não me sou, se bom, esqueço quem sou.
JCSouza 2014
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